Doce Amargo



Sobre as nossas escolhas

“Alice, durante sua jornada para sair do mundo de fantasia e voltar para casa, chegou numa bifurcação (onde o caminho se dividia em dois). Ficou, durante algum tempo, pensando que caminho deveria seguir. Foi aí que apareceu o gato de cheshire e lhe perguntou:

– Qual o problema Alice? Posso te ajudar?

-Estou em dúvida sobre qual caminho seguir, respondeu.

-Aonde você quer chegar? Perguntou o gato.

-Eu não sei. Respondeu Alice.

– “Ora, se você não sabe aonde quer chegar, então qualquer caminho serve…”.

Escolher nem sempre é fácil. O coração pensa de um jeito e a razão de outro e no meio tem a gente querendo descobrir o que fazer e como agir.
São sempre dois caminhos com perdas, danos e sofrimento, não adianta, a gente veio pra esse mundo sem escolher mas temos que aprender a viver dentro dele. Uma coisa meio imposta, meio à força, que a gente vai se acostumando.
E não, não dá pra escolher os dois caminhos, infelizmente as estradas que eles levam são completamente opostas, levam à caminhos extensos e diferentes, muitas vezes exaustivos, muitas vezes alegres e sempre com aquele gosto agridoce que a vida teima em nos oferecer.
Não adianta fugir, se esconder ou correr, eventualmente você vai ter que escolher.
E como diz o Capital Inicial em uma de suas músicas: “Escolha uma estrada e não olhe pra trás…”

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